Translate

domingo, 7 de dezembro de 2014

Touradas em Portugal: abolição ou património cultural?



Tauromaquia: O número de touradas realizadas em Portugal diminuiu 30,1% nos últimos 10 anos. De acordo com as estatísticas oficiais, as touradas têm vindo a perder importância e público. 

Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), Paulo Pessoa de Carvalho, a tauromaquia “sobreviveu em 2012, embora tenha ficado um pouco mais debilitada pela falta de público em determinados espetáculos”.

Atualmente em Portugal existem diversos movimentos “Anti-Touradas” que defendem os direitos dos animais e censuram esta tradição. Para estes movimentos as touradas roubam não só a dignidade ao touro como também a todas as pessoas que nelas se envolvem, sejam as que executam, as que assistam ou as que permitem.

No ano passado, Passos Coelho recebeu Sérgio Caetano, do Movimento pela Abolição das Corridas de Touros (MACT), para discutirem o futuro das touradas em Portugal.

Sérgio Caetano assegurou que “a abolição das touradas é defendida pela esmagadora maioria dos portugueses”, desejando assim, “o início de uma nova era e de uma evolução de Portugal”.

O facto do primeiro-ministro receber o MACT, suscitou protestos por parte da Federação Prótoiro, acusando o movimento anti-touradas “de ter conquistado uma vitória que resulta de uma fraude, uma vez que não foram acautelados o rigor e a verdade na votação”.

Diogo Costa Monteiro, presidente da Federação Prótoiro, descarta a proibição das corridas de toiros em Portugal, alegando que “a medida seria uma catástrofe que arrastaria para o desemprego milhares de pessoas e aniquilaria a economia de vários concelhos”, para além de ser “uma machadada na cultura, identidade e liberdade dos portugueses”.

No meio de tantas polémicas, sabe-se que quinze municípios já declararam a tauromaquia como Património Cultural e Imaterial de Interesse Municipal, com o objetivo de o Governo classificar o setor como Património Cultural de Portugal.

De acordo com a Prótoiro, o distrito de Viana do Castelo e a Madeira são as únicas zonas de Portugal onde não existem manifestações tauromáquicas.

A tauromaquia é um espetáculo tradicional de lide de touros bravos, do qual, os primeiros registos desta cultura remontam para o século XII. 



(trabalho realizado a 26.05.2013, no âmbito da cadeira de Seminário do Jornalismo)

O Papa do Povo






Considerado um homem de gestos simples, afável e defensor dos pobres, o Papa Francisco, 76 anos, é o 266º Papa da igreja Católica e atual Chefe de Estado do Vaticano, sucedendo a Bento XVI.

Jorge Bergoglio decidiu ser padre quando Amalia, namorada de infância, rejeitou o seu pedido de casamento. A troca de cartas entre ambos foi finalizada pelos pais de Amalia, que trataram de garantir que a jovem nunca mais visse Bergoglio. “Leram apenas uma e custou-me uma bofetada do meu pai”, recorda Amalia, atualmente com 76 anos.

É o primeiro Papa não europeu em 1200 anos e o único jesuíta da história do Vaticano. O Papa Francisco tomou posse do seu cargo no dia 13 de Março, depois de Bento XVI abdicar do papado em Fevereiro. Numa altura em que a Igreja Católica está fragilizada, devido aos diversos escândalos que a envolvem, o que distingue o Papa Francisco de Bento XVI?

Joseph Ratzinger, agora Pontífice Emérito, tornou-se Papa da Igreja Católica em Abril de 2005, após a morte de João Paulo II. Apresenta-se como um homem recatado, tímido e simples, mas foi muitas vezes criticado pela imprensa.

A sua firme negação do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e a atitude pouco clara em relação aos crimes sexuais contra menores, sendo até acusado de participar no encobrimento de casos de pedofilia, foram os aspetos mais controversos deste pontificado. Noutro episódio, em Setembro de 2006, Bento XVI provocou protestos no mundo muçulmano ao citar o imperador bizantino Manuel II, que descreveu o profeta Maomé como um propagador de ideias “ruins e desumanas”.~

Se em muitas ocasiões o antigo Papa se remetia ao silêncio, nomeadamente, acerca dos escândalos sexuais, o Papa Francisco defende abertamente a punição dos agressores e, com isso, a credibilização da Igreja.

A própria escolha do nome Francisco é um indicador de mudança no papado. Ao evocar o Santo de Assis, apóstolo da pobreza, o pontífice apela a “uma Igreja pobre para os pobres”, afirma que “a minha gente é pobre e eu sou um deles” e ambiciona construir uma Igreja Católica rica mas sem luxúrias.

Essa mudança é visível não só nos gestos simbólicos - como a simplicidade no vestir ou a renúncia às joias - mas também na intenção de conduzir o "grande serviço do ministério do Papa à sua verdade e à sua funcionalidade" e "dar prioridade à vitalidade pastoral, não deixando que a burocracia administrativa tome o primeiro lugar".

No passado dia 12 de abril, sexta-feira, o Papa Francisco deu o primeiro passo para a reforma da cúpula da Igreja Católica, ao nomear um conselho que vai estudar mudanças na constituição apostólica. Entende-se que esta reforma seja lenta, mas os oito cardeais têm até outubro para estudar propostas e apresentá-las ao Papa.


(traballho realizado a 14.04.2013, no âmbito da cadeira de Seminário do Jornalismo)


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014





5000 VISUALIZAÇÕES???!!!! OBRIGADAAAAAAAAAAAAAA!!!! <3 <3 <3

O que move os políticos: "o Rei vai nu"!?




Pode-se definir o comportamento político como sendo "qualquer ação de um indivíduo ou grupo que influencie a distribuição dos recursos". Afinal de contas, é disso que a política trata: quem recebe o quê, como e quando.

Mas a "política humana" está também sujeita a certos padrões recorrentes de comportamento ao longo do tempo e das culturas.

Uma perspetiva biopolítica pode ajudar a perceber melhor o que move alguns indivíduos para o poder, o "status", o prestígio e outros benefícios que daí advêm.

Desenganem-se aqueles que (ainda) acreditam na ideia segundo a qual os políticos, em qualquer sociedade, fazem o que fazem em prol dos outros. Não há evidências que as pessoas que procuram o "status" e o prestígio dos cargos de poder tenham qualquer tipo de propensão natural em termos de consciência coletiva ou de sacrifício pelos outros.

O paradigma biopolítico que defendo mostra justamente o contrário, por muito que isso nos "doa". O "status" e prestígio que os políticos procuram não são nem em nome, nem para o bem dos outros, mas para o deles próprios.

É expectável que usem de acordo com esta lógica da mesma forma que o fazem argumentando exatamente o contrário.


(artigo de opinião do consultor, docente universitário e investigador, Paulo Finuras em: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/jornalismocidadao.aspx?content_id=3788748)




quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

«Um Olimpo diferente»: os atletas esquecidos





«Todos os anos trazem medalhas para Portugal. Em apenas nove Jogos Paralímpicos, conquistaram 88 medalhas, das quais, 25 foram de ouro, 31 de prata e 35 de bronze».

Ontem, dia 3 de dezembro, assinalou-se, pelo 13º ano, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Com base na reportagem da jornalista da TVI, Ana Leal, e da jornalista Andrea Pinto, de Notícias ao Minuto, dou-lhe a conhecer a história daqueles que, apesar das suas condições físicas, representam as cores da Bandeira Nacional no estrangeiro.

Embora tragam para Portugal várias medalhas, estes atletas continuam a ser menosprezados pelas suas limitações e, do qual, o país se tem esquecido deles.

"É muito mau estarmos a competir por Portugal e chegarmos a um aeroporto e não termos ninguém à nossa espera", justifica Luís Silva, atleta da seleção naciona de boccia.

A maioria dos atletas paralímpicos vive com bolsas miseráveis pagas pelo Estado português, se comparadas com o que recebem os atletas Olímpicos.

João Vaz, 22 anos, pratica natação há cerca de seis anos. Em 2008, ingressou nas piscinas do GES Loures, na Portela, e passado um ano, a conselho do seu treinador, rumou ao Sporting CP. É com o leão ao peito que João Vaz começa a ganhar vários troféus. No seu currículo, constam os títulos de vice-campeão, campeão nacional e campeão europeu. O atleta do Sporting fez história ao sagrar-se vice-campeão nacional do mundo, no México.

"Foi da melhor forma que Portugal terminou no 7º Campeonato do Mundo DSISO para nadadores com síndrome de Down que decorreu em Morelia no México, ao somar mais três medalhas no 5º e último dia de competição".

Francisco Vaz, pai do atleta paralímpico, salienta que "a natação é aquilo que ele faz na vida, onde tem objetivos a atingir e o obriga a ter disciplina, esforço e dedicação. Depois consegue resultados e medalhas, o que é bom em termos de auto-estima e objetivos de vida".

A história do pugilista Jorge Pina tem uma realidade bem diferente. O atleta que, quando se preparava para lutar pelo título de campeão do Mundo, teve um acidente, acabando por perder a visão.

Determinado a continuar a fazer aquilo que mais gostava, o desporto, Jorge Pina não baixou os braços e decidiu enfrentar a sua nova luta de cabeça erguida.

"Nunca pensei em abandonar o desporto. Foi este que praticamente me educou e me ensinou tudo em termos de força, educação e responsabilidade", diz. Por isso, mal saiu do hospital foi à procura de um desporto. "Não valia a pena perder tempo. Ia ficar a lamentar-me, a queixar-me e a arranjar mais problemas na minha cabeça. Foi limpar as lágrimas, curar as feridas e começar a correr", acrescenta o atleta que se dedica agora ao atletismo e se prepara para participar nos Jogos de Rio de Janeiro em 2016.

Para Rui Gama, treinador da equipa de natação adaptada do Sporting, é precisamente "o partir a pedra" que o motiva no seu trabalho. "Andamos no desporto adaptado todos os anos com a esperança que isto melhore e que estes atletas comecem a ser vistos com a verdadeira valia que têm", explica, referindo que os resultados que apresentam são a esperança para que se mudem "alguns preconceitos e conceitos".

Apesar das diferenças no trabalho e no relacionamento com estas pessoas, porque são muito "mais puras" na forma como mostram os sentimentos, o técnico não hesita em afirmar que "o João está ao nível dos melhores atletas do mundo, pois é competitivo e não tem limites na sua capacidade de sacrifício".

Cientes do que são capazes, atletas, familiares e treinadores, são muitas vezes as vozes de quem como o João não tem nas palavras a sua melhor arma de comunicação. Defendem, por isso, mais apoios e maior reconhecimento.

"Costumo dizer, que estas pessoas são focos de humanidade. Nós todos temos a ganhar se os apoiarmos e desenvolvermos a sua autonomia", remata Francisco Vaz, salientando que este apoio é sobretudo benéfico para "o futuro da sociedade em geral".

É um olhar inédito, sobre um atleta Olímpico diferente, este do chiar das cadeiras de rodas, da graciosidade menor, dos membros ímpares, das palavras simples.

Estas são autênticas histórias de coragem, cheias de lições de vida e de quem todos os dias fazem verdadeiros milagres para não desistir...





terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Papel das Redes Sociais a Nível Político



A nível político, a arte de comunicar sempre foi crucial. É necessário saber-se inovar e discutir novas possibilidades de se chegar às pessoas. Com o surgimento da Internet, houve uma nova esperança de que tudo o que fosse publicado poderia ser visto no mundo inteiro. Esta esperança, durante muitos anos, foi sustentada pela hipótese de que a democratização da comunicação se iria consolidar.

Os profissionais do Marketing Político têm assim, a árdua tarefa de delinear e definir estratégias a implementar nas redes sociais. Aqui, só existem dois vereditos: o fracasso ou o sucesso.

Num artigo de opinião, publicado a 5 de dezembro de 2013 pelo jornal Expresso Online, o jornalista Henrique Monteiro adverte-nos para uma situação polémica, mas que é hábito nas redes sociais.

"Um grupo de jovens passistas que utilizam blogues, tweets e posts no Facebook para promover o seu querido líder, Passos Coelho, e denegrir a quem ele se opunha. A novidade foi um dos autores da tramoia ter dado a cara através de uma tese, mas todos os que frequentam ou frequentavam o Twitter e o Facebook já desconfiavam dessas táticas a que, aliás, o PS de Sócrates não é nem foi alheio".

As redes sociais são isto, um espaço virtual onde tudo é possível. Onde os apoiantes de partidos políticos trocam ideias e, onde às vezes, existem insultos e piadas sobre a oposição.

Outro exemplo recente, do uso das redes sociais para fins políticos, foram as eleições presidenciais no Brasil. De acordo com a Agência Reuters, "sites como o Twitter e o Facebook, têm atraído cada vez mais políticos e, na eleição deste ano, tiveram maior importância em relação ao ato eleitoral anterior, na avaliação de Manoel Fernandes, sócio fundador da consultoria Bites, especializada em redes sociais".

Segundo um estudo do investigador da Universidade de Nova Iorque, Pablo Barberá, que teve por base 37 milhões de utilizadores do Twitter em três países - EUA, Espanha e Alemanha - indicou que as redes sociais permitem às pessoas ter uma mente mais aberta no que diz respeito à política.

A conclusão a reter deste estudo é a seguinte: "as redes sociais encorajam ligações entre pessoas com laços mais fracos. Em causa não estão apenas os amigos próximos, mas também colegas de escola ou de trabalho e até conhecidos dos conhecidos. Resultado? Esses indivíduos tendem a ser "politicamente mais heterogéneos", ao invés das redes pessoais imediatas dos cidadãos, o que faz com que fiquem expostos a mais perspetivas".

O investigador Barberá salienta ainda que, "nos Estados Unidos apenas uma pequena quantidade de diversidade é precisa para que as pessoas sejam mais moderadas (15%), ao contrário da Alemanha e da Espanha (35%). Ainda assim, os três países têm uma coisa em comum: a maioria dos utilizadores têm diversas redes sociais para que se tornem mais moderados com o passar do tempo".

O mais chocante exemplo, que marca a atualidade em todo o mundo, são os ataques de jihadistas do grupo Estado Islâmico, radicados no norte do Iraque. 
As constantes notícias acerca dos ataques bárbaros e das mensagens deste grupo, podem influenciar/iludir muitos jovens a juntarem-se ao Estado Islâmico. É sabido que, cada vez mais, muitos jovens, de todo o mundo, têm partido para a Síria.

As principais organizações internacionais, a União Europeia e os EUA unem forças, cujo principal objetivo é travar o grupo Estado Islâmico, assim como capturar os principais cabecilhas.

Mas, as redes sociais são igualmente utilizadas, pelas pessoas, para demonstrarem o seu descontentamento com a "desgovernação" do país.

A manifestação «Geração à Rasca», criada em 2011, foi um acontecimento marcante em Portugal. «A cabeça do protesto "Geração à Rasca", que começou na Internet, chegou ao destino final, no Rossio, onde foram feitas intervenções dos organizadores, nomeadamente a leitura do manifesto. A organização garante que estão mais de 200 mil pessoas concentradas em Lisboa e 80 mil no Porto».

De acordo com o filósofo e professor universitário, Viriato Soromenho Marques, o sucesso de uma manifestação "não depende só da forma, mas também do objeto a que se propõe a sua mobilização".

"Todos temos uma voz, nem que seja ilusória", acrescenta o psicólogo Miguel Pereira Lopes, para sustentar a ideia de que as redes sociais vieram "democratizar a comunicação".



Ver mais em:
http://issuu.com/andreiateixeira54/docs/o_papel_das_redes_sociais_na_socied


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Identidades Perdidas




Intitulados de «potencialmente perigosos», de «armas» ou de «assassinos», as raças Tosa Inu, Fila Brasileiro, American Pitbull Terrier, Rottweiller, Dog Argentino, Stafforshire Bull Terrier e Stafforshire Terrier Americano, veem assim, as suas identidades perdidas. Mas afinal o cão é o espelho do Homem ou o Homem é o espelho do cão?

Foram várias as manchetes, na imprensa portuguesa, sobre ataques de cães a pessoas. Desde há 11 anos para cá, as leis sobre as «raças potencialmente perigosas» sofrem constantes alterações.
Em 2008, em entrevista para o Jornal Nacional, da TVI, Miguel Sousa Tavares afirmava que um “cão de ataque não tem outra finalidade se não atacar”, acrescentando que “não consigo perceber para que é que uma pessoa quer um cão destes, isto é uma arma”.

“Os cães denominados de potencialmente perigosos são tão perigosos como qualquer outra raça”, afirma o veterinário da Clínica Restelo Vet, Nuno Pauleta. “Simplesmente eles têm um porte físico que, quando se tornam agressivos, causam danos muito maiores do que as outras raças”, acrescenta.
Para alguns, talvez seja difícil entender que o cão é o espelho do Homem. Talvez seja altura de criar e repensar em novas leis que punam verdadeiramente o Homem e não o animal. Pois a maioria dos ataques de cães a pessoas, acontecem porque os donos não tomam as devidas precauções.

“Existem de facto raças mais poderosas do que outras e com instintos mais presentes do que outros. Estas raças têm um instinto de caça e defesas superiores a outras raças. No que diz respeito aos donos, existem de facto donos perigosos. O dono perigoso é aquele dono que não socializa o cão com outros cães e com pessoas. Que não treina nem disciplina o seu cão”, afirma Miguel Godinho, treinador de cães da Quinta D´Alcateia.

Respondendo às afirmações de Miguel Sousa Tavares, penso que foi infeliz nas suas palavras. Respostas destas vêm de quem não tem nem quer ter conhecimento sobre este assunto.

Para quem não sabe, sou dona de um american staffordshire terrier, atualmente com 11 anos. Se não tivesse tido a oportunidade de viver esta experiência, de conviver com um cão intitulado de raça potencialmente perigosa, talvez hoje, tivesse a mesma opinião que a maioria da sociedade.

Não posso dizer que estes 11 anos tenham sido um “mar de rosas”. Infelizmente, o meu cão passou por experiências menos agradáveis na sua vida. A culpa não foi dele, foi de quem pensou que ter um cão destes é a melhor solução para intimidar os outros.

Os que me conhecem, bem como a história/evolução do meu cão, ficam maravilhados a olhar para ele e pensam: “quem o viu e quem o vê”. É verdade, concordo com vocês. Atualmente é um cão mais sociável, carinhoso e brincalhão. As pessoas ficam espantadas quando digo a idade dele. Mas é verdade, tem 11 anos.

Por isso eu digo, se um dia o salvei, um dia ele também me salvou.


Em Portugal, mais de 10 mil cães das sete raças definidas como potencialmente perigosas estão registados na Direção-Geral.

ver mais em: http://identidadesperdidascaes.blogspot.pt/